AAAPV

Criação de Administradora pela AAAPV avança em fase de estruturação regulatória

Diretoria aprova consultoria especializada e define data da primeira assembleia geral

Por Andrew Simek

Brasília (DF), 27 de março de 2026A Diretoria da AAAPV (Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção contra Riscos Patrimoniais) aprovou, nesta sexta-feira (27), novos encaminhamentos para a estruturação da futura Administradora do setor. A decisão foi tomada durante reunião virtual com foco na organização institucional das entidades filiadas.

Entre os principais pontos deliberados está a contratação de consultoria especializada para apoiar a modelagem técnica e institucional da Administradora. A medida integra o processo de consolidação do projeto, que vem sendo desenvolvido com foco em segurança jurídica, sustentabilidade operacional e adequação ao ambiente regulatório.

A Diretoria também definiu a data da 1ª Assembleia Geral Ordinária (AGO), marcada para 27 de abril de 2026, às 9h, em Brasília (DF). A convocação formal foi encaminhada às filiadas com as informações detalhadas sobre a pauta e orientações para participação.

Mudança acompanha novo marco regulatório

O avanço na estruturação da Administradora ocorre em um contexto de transformação normativa do setor, impulsionado pela Lei Complementar nº 213/2025, que regulamenta as operações de proteção patrimonial mutualista no país e estabelece novas exigências de governança, fiscalização e organização institucional.

Nesse cenário, a criação da Administradora AAAPV se insere como resposta às novas diretrizes legais, com o objetivo de estruturar o segmento, ampliar a segurança jurídica e garantir maior previsibilidade às entidades filiadas.

Para o presidente da AAAPV, Raul Canal, o movimento acompanha a necessidade de adaptação ao novo ambiente regulatório. “Estamos diante de um novo marco regulatório que exige organização, responsabilidade técnica e alinhamento institucional. A criação da Administradora é uma resposta estruturada a esse cenário, permitindo que as entidades atuem em conformidade com a legislação, com mais segurança jurídica, previsibilidade e estabilidade para o desenvolvimento do setor”, afirmou.