Reunião virtual, realizada nesta sexta-feira (13), debateu viabilidade técnica da iniciativa e próximos passos diante da regulamentação da atividade mutualista
Andrew Simek
Brasília (DF), 13 de fevereiro de 2026 – A diretoria da AAAPV (Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção contra Riscos Patrimoniais) deu continuidade, hoje, às discussões estratégicas voltadas à criação da Administradora AAAPV. O encontro ocorreu de forma virtual e teve como foco os desdobramentos da Lei Complementar nº 213/2025, que ainda passa por regulamentação.
Participaram da reunião o 2º vice-presidente, Fabrício Costa; o diretor de Relações Institucionais e Parlamentares, Theone Cardoso; a procuradora-geral, Dra. Patrícia Müller; o advogado Danny Cabral; além do consultor convidado, professor Sidney, especialista em regulação securitária.
Durante o encontro, o grupo analisou impactos técnicos e regulatórios da nova legislação, com atenção especial às exigências de capital, governança, estrutura operacional e aspectos tributários aplicáveis às futuras administradoras do segmento.
Segundo o presidente da AAAPV, Raul Canal, o avanço dos estudos ocorre em um momento decisivo para a organização do setor. “Estamos diante de uma etapa estratégica. A construção de uma administradora estruturada pode oferecer mais estabilidade, previsibilidade regulatória e fortalecimento institucional às entidades filiadas”, afirma.
ALTERNATIVA ORGANIZADA
Na avaliação da diretoria, a proposta da Administradora AAAPV surge como alternativa organizada dentro do novo ambiente normativo, especialmente quando consideradas outras possibilidades hoje disponíveis no mercado.
Como encaminhamento, o colegiado definiu a contratação de suporte técnico especializado para aprofundar o estudo de viabilidade. O projeto também deverá ser apresentado às entidades filiadas na próxima Assembleia, com o objetivo de ampliar a transparência e estimular a participação no processo decisório.
“A iniciativa integra a agenda institucional voltada ao fortalecimento do segmento de proteção patrimonial e à construção de soluções sustentáveis para as filiadas em todo o país”, conclui Canal.
